Vinha do serviço, viajando no onibus, devorando o jornal Estadão e a revista Nova Escola.
O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, que a empresa de onibus PASSARO MARROM fornece grátis aos passageiros, está repleto de noticias de tudo que se possa imaginar, todavia o que chama logo a atenção é a foto do DUNGA se despedindo do LULA, bem sério, especialmente com a mão esquerda no bolso, aí eu me pus a concatenar as idéias, que diabo ele estava fazendo com a mão, quando fluiram tres idéias, sendo a primeira de que estava fazendo uma FIGA no dedo porque o nosso PRESIDENTE é o maior AZARÃO nas "PAROQUIAS DOS ESPORTISTAS", é ir lá, ser visitado por ele que as medalhas certas de estarem nas mãos não vem de jeito nenhum; a segunda hipótese é que o DUNGA estava fazendo AQUELE GESTO que a DILMONIA fez para uns jornalistas e o DUNGA camufladamente estava fazendo pro LULA, mas a terceira me veio a mente depois que eu li que o DUNGA vai liberar SEXO e BEBIDAS pros jogadores, aí cá com os meus botões, eu pensei que ele estava segurando o BILAU ou uma garrafinha de "51"
http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/8266927.jpg
http://blogs.estadao.com.br/selecao-na-copa/2010/05/27/sexo-e-bebidas-na-selecao-brasileira-na-folga-pode/
No sequencial de noticias interessantes do Estadão, vem a proliferação de SINDICATOS que virou excelente negócio, o DESPREPARO dos professores, Serra vendo a Bolivia cumplice de traficantes, que inclusive antes de sair do aeroporto de Guarulhos, tive a atenção despertada por um colega da Infraero mostrando uma propaganda da MACONHA que colocaram no primeiro telefone orelhão que tem num final do terminal 1, quando se vai entrar na INTERLIGAÇÃO, pois é, está lá todo colorido que eu até tirei uma foto.
Outra matéria me chamou a atenção com respeito ao curso técnico à distancia, quando voltei meu pensamento ao tempo que fui soldado, depois cabo no PARQUE DE AERONAUTICA DE BELEM, onde os garotos, lobinhos e escoteiros do Ar, passavam o dia naquela Unidade, eram distribuidos pelas seções, onde iam aprendendo uma profissão, ao chegarem a idade adulta, no tempo de servirem, já estavam habilitados nas inumeras especialidades que tinham os cabos, sargentos, com isto já dispunham de um futuro garantido, mas por incrivel que pareça, depois de anos, ainda foram criar caso com a FAB dizendo que era trabalho infantil, estas modas que preferem ver meninos de rua se tornando bandido do que ficarem aprendendo algo proveitoso.
Nos PARQUE DE AERONAUTICA muitos jovens entravam como soldado, sem nenhuma capacitação, quando terminavam o tempo de serviço militar obrigatório, tinham adquirido o conhecimento, dominio de uma especialidade que vinha servir pro resto da vida aos mesmos.
Ué, são tantas noticias interessantes e faceis de acessar via internet no site do Estadão
http://www.estadao.com.br/
Voltando para a revista Nova Escola, que eu sou assinante, mesmo não sendo professor, aí que temos matérias substanciais sobre creches, estudo de idiomas, formações de alunos, Africa "a bola da vez" com respeito a Copa do Mundo, mostrando todos os aspectos daquela região e voltando para o nosso Brasil, vemos de forma muito especial o dinamico, abnegado, profissional trabalho de tantos professores vocacionados que dão suas vidas para se sentirem felizes ao colherem os frutos de seus trabalhos junto aos seus alunos, aquele amor, cuidado como de u'a mâe ou pai para com os seus filhos.
http://revistaescola.abril.com.br/
Well, vou ter que sair, dessorte que depois voltarei com mais alguns comentários positivos á respeito do que é bom.
Em parte estarei com estes dados no meu blog http://www.blogger.com/profile/09781781664721877147
Abraços a todos
Assis
Sou um cara extrovertido, brincalhão, de principios cristãos, mas aceito amizade de todas pessoas de bem.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Dutra está virando um truta
Um fato que deve ser muito observado, com o máximo de cautela, é o trafegar em via pública.
Para se sair em qualquer viagem, especialmente a noite, se deve tomar todas providencias especialmente com respeito luzes, pneus, agua, oleo, tantas outras coisas. Quando em movimento, observando a velocidade, dirigindo sempre na defensiva, vendo a distancia de acordo com a velocidade.
Tudo isto acima, se aprende nos auto escolas, contudo surgem fatos inesperados como o cuidado com caminhão que vai na nossa frente, transportando coisas amarradas, amontoadas, como aconteceu em Belém, uma senhora ia dirigindo atrás de um caminhão cheio de tambores, teve um presentimento, deu uma distancia bem maior, que foi a sua salvação, pois um tambor se soltou, caiu no asfalto, mas na frente de onde ele estava conduzindo seu carro, assim ela escapou do tambor cair em bem cima do seu parabrisa.
HOJE ACONTECEU FOI NA DUTRA, EU VINDO COM UM COLEGA, DE SÃO PAULO PARA GUARATINGUETÁ , AINDA DE DIA, AQUELE TRANSITO CONGESTIONADO, COMO É DESDE SAO PAULO ATÉ PROXIMO DE TAUBATE, OS CARROS NEM TAO LONGE UM DO OUTRO, COM AQUELA VELOCIDADE CONSTANTE, QUANDO DE REPENTE, FOI AQUELE BARULHO NA FRENTE, INDO PRA BAIXO DO NOSSO CARRO, PARECIA QUE A GENTE IA PERDER O CONTROLE, PENSEI QUE OS PNEUS TINHAM ESTOURADO COM O OBJETO QUE BATERA FORTEMENTE EMBAIXO DO CARRO, POIS FORA UMA PEÇA GRANDE, IRREGULAR, QUE ALEM DO NOSSO CARRO, JÁ TINHA CAUSADO PROBLEMAS PARA ALGUNS CARROS NA FRENTE, DEPOIS, PELO RETROVISOR, O COLEGA VIU ATÉ OS MOTORISTAS DE ONIBUS FAZENDO MOVIMENTOS PARA EVITAR SER ATINGIDO PELA PEÇA.
PARAMOS LOGO NUMA CHURRASCARIA EM FRENTE, FOMOS VER O CARRO, NA FRENTE, LATERAIS, POR FIM OS BAIXOS, ALÍ QUE A DESGRAÇA TINHA SIDO FEITA,
DEPOIS ENCOSTOU OUTRO AUTOMOVEL PEQUENO, QUE TINHA ARREBENTADO A SUSPENSÃO, ENTORTADO RODAS.
PRESUMO QUE A PEÇA TENHA SOLTADO DE ALGUM VEICULO OU CAIDO DE ALGUM CAMINHÃO
LIGUEI PARA A NOVADUTRA NO TELEFONE 0800173536 CONFORME GRAVAÇÃO DISQUEI MAIS O Nº 1 QUE É EMERGÊNCIA, DE INICIO DEMOROU, FICOU TOCANDO MUSICA, DESLIGUEI, LIGUEI DENOVO, FUI ATENDIDO, EXPLIQUEI A SITUAÇÃO, A ATENDENTE INFORMOU IRIA SER PROVIDENCIADO A RETIRADA DO OBJETO, BEM COMO DEPOIS LIGUEI PARA POLICIA RODOVIARIA FEDERAL TELEFONE 191 QUANDO O ATENDENTE INFORMOU QUE JÁ ESTAVA SENDO PROVIDENCIADA A RETIRADA DO OBJETO.
INFELIZMENTE O PREJUIZO DO CARRO QUE EU ESTAVA, COMO SEGUIMOS VIAGEM, NÃO PODE SER VISTO MAIS NADA, AGORA O ELEMENTO VAI COLOCAR NA AUTORIZADA PRA CONSERTAR OS ESTRAGOS EM TODO O BAIXO DO SEU CARRO.
ASSIM É DE BOM ALVITRE TODOS OS CUIDADOS NORMAIS PARA UMA VIAGEM, MAIS O FATO DE ESTAR ATENTO COM RESPEITO A ALGUMA COISA QUE ESTEJA NA PISTA, AFIM DE SALVAGUARDAR NOSSAS VIDAS, BEM COMO DE OUTROS.
Neste caso, eu nem sei até que ponto a NovaDutra teria responsabilidade pelos prejuizos, haja vista que foi um fato alheio a sua vontade, inesperado,.
Poderia ser averiguado qual fora o causador, o que com aquela loucura de transito é meramente impossivel, especialmente se caiu de algum caminhão, salvo possa ser visto algum carimbo, dados colados, pintados na peça que possa se investigar a origem e a quem pertencia.
Abraços
Assis
O carro do meu colega PC teve um prejuizo na Dutra, quando vinha com ele do serviço passado, tudo por causa de uma peça caida no leito da rodovia que danificou toda a parte de baixo do seu carro, depois eu escrevi via email e com colegas tecemos comentarios que trouxeram a tona varios momentos passados em viagens.
Hoje, foi uma barbaridade; com a Dutra cada vez mais congestionada, é um sufoco final da tarde desde São Paulo até a altura de Taubaté, as vezes ainda fluindo aos poucos até a entrada de Pindamonhangaba, sendo que hoje com um acidente que houve entre São José dos Campos e Taubaté, aí que a situação ficou mais feia, tudo parado, saí de serviço no aeroporto de Guarulhos as 1600hs, peguei o onibus das 1730hs que estende até Taubaté, mas com o acidente, quando cheguei em Taubaté, fiquei até as 2150hs pra seguir pra Guaratinguetá, chegando em casa em torno das 2300hs.
Em Taubaté já tinha passageiro reclamando que estava quase duas horas esperando onibus para São Paulo, a Passaro Marrom não providenciara onibus reserva, tudo estava tumultuado justamente por causa deste acidente que houve no sentido para o Rio.
Urge uma providencia imediata para desafogar a Dutra, mesmo tendo a Airton Sena, Carvalho Pinto, contudo, acredito que o estudo de estender a Carvalho Pinto, como uma paralela à Dutra deva voltar à tona, quando já houve até conversações entre o governo de São Paulo e do Rio à respeito.
Vou carregar um monte de "parafernalhas" como filmadora, camera fotográfica, netbook com internet, etc...
Vou virar um reporter de araque, que será meu quarto trabalho para não ficar parado
Para se sair em qualquer viagem, especialmente a noite, se deve tomar todas providencias especialmente com respeito luzes, pneus, agua, oleo, tantas outras coisas. Quando em movimento, observando a velocidade, dirigindo sempre na defensiva, vendo a distancia de acordo com a velocidade.
Tudo isto acima, se aprende nos auto escolas, contudo surgem fatos inesperados como o cuidado com caminhão que vai na nossa frente, transportando coisas amarradas, amontoadas, como aconteceu em Belém, uma senhora ia dirigindo atrás de um caminhão cheio de tambores, teve um presentimento, deu uma distancia bem maior, que foi a sua salvação, pois um tambor se soltou, caiu no asfalto, mas na frente de onde ele estava conduzindo seu carro, assim ela escapou do tambor cair em bem cima do seu parabrisa.
HOJE ACONTECEU FOI NA DUTRA, EU VINDO COM UM COLEGA, DE SÃO PAULO PARA GUARATINGUETÁ , AINDA DE DIA, AQUELE TRANSITO CONGESTIONADO, COMO É DESDE SAO PAULO ATÉ PROXIMO DE TAUBATE, OS CARROS NEM TAO LONGE UM DO OUTRO, COM AQUELA VELOCIDADE CONSTANTE, QUANDO DE REPENTE, FOI AQUELE BARULHO NA FRENTE, INDO PRA BAIXO DO NOSSO CARRO, PARECIA QUE A GENTE IA PERDER O CONTROLE, PENSEI QUE OS PNEUS TINHAM ESTOURADO COM O OBJETO QUE BATERA FORTEMENTE EMBAIXO DO CARRO, POIS FORA UMA PEÇA GRANDE, IRREGULAR, QUE ALEM DO NOSSO CARRO, JÁ TINHA CAUSADO PROBLEMAS PARA ALGUNS CARROS NA FRENTE, DEPOIS, PELO RETROVISOR, O COLEGA VIU ATÉ OS MOTORISTAS DE ONIBUS FAZENDO MOVIMENTOS PARA EVITAR SER ATINGIDO PELA PEÇA.
PARAMOS LOGO NUMA CHURRASCARIA EM FRENTE, FOMOS VER O CARRO, NA FRENTE, LATERAIS, POR FIM OS BAIXOS, ALÍ QUE A DESGRAÇA TINHA SIDO FEITA,
DEPOIS ENCOSTOU OUTRO AUTOMOVEL PEQUENO, QUE TINHA ARREBENTADO A SUSPENSÃO, ENTORTADO RODAS.
PRESUMO QUE A PEÇA TENHA SOLTADO DE ALGUM VEICULO OU CAIDO DE ALGUM CAMINHÃO
LIGUEI PARA A NOVADUTRA NO TELEFONE 0800173536 CONFORME GRAVAÇÃO DISQUEI MAIS O Nº 1 QUE É EMERGÊNCIA, DE INICIO DEMOROU, FICOU TOCANDO MUSICA, DESLIGUEI, LIGUEI DENOVO, FUI ATENDIDO, EXPLIQUEI A SITUAÇÃO, A ATENDENTE INFORMOU IRIA SER PROVIDENCIADO A RETIRADA DO OBJETO, BEM COMO DEPOIS LIGUEI PARA POLICIA RODOVIARIA FEDERAL TELEFONE 191 QUANDO O ATENDENTE INFORMOU QUE JÁ ESTAVA SENDO PROVIDENCIADA A RETIRADA DO OBJETO.
INFELIZMENTE O PREJUIZO DO CARRO QUE EU ESTAVA, COMO SEGUIMOS VIAGEM, NÃO PODE SER VISTO MAIS NADA, AGORA O ELEMENTO VAI COLOCAR NA AUTORIZADA PRA CONSERTAR OS ESTRAGOS EM TODO O BAIXO DO SEU CARRO.
ASSIM É DE BOM ALVITRE TODOS OS CUIDADOS NORMAIS PARA UMA VIAGEM, MAIS O FATO DE ESTAR ATENTO COM RESPEITO A ALGUMA COISA QUE ESTEJA NA PISTA, AFIM DE SALVAGUARDAR NOSSAS VIDAS, BEM COMO DE OUTROS.
Neste caso, eu nem sei até que ponto a NovaDutra teria responsabilidade pelos prejuizos, haja vista que foi um fato alheio a sua vontade, inesperado,.
Poderia ser averiguado qual fora o causador, o que com aquela loucura de transito é meramente impossivel, especialmente se caiu de algum caminhão, salvo possa ser visto algum carimbo, dados colados, pintados na peça que possa se investigar a origem e a quem pertencia.
Abraços
Assis
O carro do meu colega PC teve um prejuizo na Dutra, quando vinha com ele do serviço passado, tudo por causa de uma peça caida no leito da rodovia que danificou toda a parte de baixo do seu carro, depois eu escrevi via email e com colegas tecemos comentarios que trouxeram a tona varios momentos passados em viagens.
Hoje, foi uma barbaridade; com a Dutra cada vez mais congestionada, é um sufoco final da tarde desde São Paulo até a altura de Taubaté, as vezes ainda fluindo aos poucos até a entrada de Pindamonhangaba, sendo que hoje com um acidente que houve entre São José dos Campos e Taubaté, aí que a situação ficou mais feia, tudo parado, saí de serviço no aeroporto de Guarulhos as 1600hs, peguei o onibus das 1730hs que estende até Taubaté, mas com o acidente, quando cheguei em Taubaté, fiquei até as 2150hs pra seguir pra Guaratinguetá, chegando em casa em torno das 2300hs.
Em Taubaté já tinha passageiro reclamando que estava quase duas horas esperando onibus para São Paulo, a Passaro Marrom não providenciara onibus reserva, tudo estava tumultuado justamente por causa deste acidente que houve no sentido para o Rio.
Urge uma providencia imediata para desafogar a Dutra, mesmo tendo a Airton Sena, Carvalho Pinto, contudo, acredito que o estudo de estender a Carvalho Pinto, como uma paralela à Dutra deva voltar à tona, quando já houve até conversações entre o governo de São Paulo e do Rio à respeito.
Vou carregar um monte de "parafernalhas" como filmadora, camera fotográfica, netbook com internet, etc...
Vou virar um reporter de araque, que será meu quarto trabalho para não ficar parado
Caruru à paraense
Caruru à Paraense
Ingredientes
- 1 Kg de camarão seco e salgado
- 5 maços de quiabos ( 20 quiabos ) cortados em rodelas finas
- 1 tomate picado
- 1 cebola picada
- 1 pimentão picado
- 1 maço de cheiro-verde picadinho
- 1/2 maço de cebolinha picadinho
- sal à gosto
- vinagre ou limão a gosto
- 2 copos (americanos) de farinha de mandioca fina
- azeite à gosto
- 80 mL de azeite de dendê
- 2 dentes de alho amassados
Descasque os camarões e coloque em um recipiente com água e o limão espremido.
Deixe dessalgar por aproximadamente 1 hora e, em seguida, escorra e reserve. Junte as cascas e cabeças dos camarões, adicione água e deixe ferver. Reserve a água da fervura e descarte as cascas e cabeças. Em uma panela grande, refogue a cebola, o alho, o pimentão, eo tomate. Acrescente o camarão e refogue por cerca de 2 minutos. Depois, adicione o quiabo, a cebolinha e a metade do cheiro-verde. Acrescente a água do cozimento das cascas e deixe ferver. Em um recipiente, coloque a farinha e misture com água até ficar com consistência de mingau grosso. Quando o caruru levantar fervura adicione esse mingau e mexa bastante. Espere ferver novamente. Quando isto acontecer, adicione o azeite de dendê e mexa bastante. Verifique o sal e adicione algumas pitadas se necessário. Cuidado, pois a água da fervura já contém sal. Sirva com arroz branco e molho de pimenta.
Ingredientes
- 1 Kg de camarão seco e salgado
- 5 maços de quiabos ( 20 quiabos ) cortados em rodelas finas
- 1 tomate picado
- 1 cebola picada
- 1 pimentão picado
- 1 maço de cheiro-verde picadinho
- 1/2 maço de cebolinha picadinho
- sal à gosto
- vinagre ou limão a gosto
- 2 copos (americanos) de farinha de mandioca fina
- azeite à gosto
- 80 mL de azeite de dendê
- 2 dentes de alho amassados
Descasque os camarões e coloque em um recipiente com água e o limão espremido.
Deixe dessalgar por aproximadamente 1 hora e, em seguida, escorra e reserve. Junte as cascas e cabeças dos camarões, adicione água e deixe ferver. Reserve a água da fervura e descarte as cascas e cabeças. Em uma panela grande, refogue a cebola, o alho, o pimentão, eo tomate. Acrescente o camarão e refogue por cerca de 2 minutos. Depois, adicione o quiabo, a cebolinha e a metade do cheiro-verde. Acrescente a água do cozimento das cascas e deixe ferver. Em um recipiente, coloque a farinha e misture com água até ficar com consistência de mingau grosso. Quando o caruru levantar fervura adicione esse mingau e mexa bastante. Espere ferver novamente. Quando isto acontecer, adicione o azeite de dendê e mexa bastante. Verifique o sal e adicione algumas pitadas se necessário. Cuidado, pois a água da fervura já contém sal. Sirva com arroz branco e molho de pimenta.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Falta pilotos, etc e manches...
Eu estava conversando com um amigo que tem parente piloto que já trabalhou no exterior, agora está lutando para voltar, mas está com um entrave tremendo na ANAC.
O que tem de velhos pilotos, comandantes brasileiros experientes espalhados pelo mundo não está no gibi, quando uns ainda não foram porque não se sabe o porque empresas grandes do exterior não são reconhecidas pela ANAC, assim o piloto, comandante brasileiro fica de mãos atadas.
A situação de ida em massa de tripulantes brasileiros para várias partes do mundo, fez o governo mandar gente para estes lugares afim de fazer entrevista, levantamento, quando alguns dos pilotos até perguntaram se o que fosse falado realmente iria constar no relatório final.
É outra situação com salários de mais 12.500 dolares, quando nos testes iniciais, certos cheques, inspeções de saude, etc, tem que ser feita na França, mas as empresas do outro lado do mundo, especialmente, Asia, Africa, Oceania, etc. onde ainda estão precisando de pilotos, então pagam todas despesas com viagem e tudo mais.
Aqui certos elementos que foram de empresas de aviação, agora na ANAC, se acham um DEUS, não conhecem os velhos companheiros, é uma dificuldade de contato, pior do que falar com o Pres da República.
É impressionante, quem está de fora nem sabe, a não ser em conversa com parentes, elemento diretamente implicado no problema, que venha trazer a tona tais fatos e outros com respeito infraestrutura, que no caso tipo da Copa, que levaram mulatas, escola de samba, mas estamos arriscados nem sediarmos, com estádios necessitando de investimentos urgentes, mas no fim parece que o governo quer empurrar o pepino que arrumou com as despesas prá cima dos clubes que são donos dos estádios, por aí afora.
Quem acredita no tal de PAC é "papagaio novo" que ainda não sabe cantar o CURUPAC e acredita que é "papagaio da MADAME"...
Vige, vôte, cobra d'água e arriégua; é pena que o computador cabeludo aqui do velho já está com a pilha meia fraca, então perdi um monte de dados que foram conversados envolvendo uma gama muito grande assuntos diversos, tudo originado por este fato de estar faltando pilotos, bem como para meu espanto, está faltando até comissários e comissárias de vôo, o que em parte é bom para os que estão cursando, sendo que a última que se sabe, é que vai ter curso de piloto ONLINE, que acredito, a prova, teste, intrevista tenha que ser presencial, mas depois que se vê propaganda de curso para general do exército por correspondencia, tudo é possivel,
Cursos » Profissões » Curso de General de Exército - Faculdade ... - [ Translate this page ]
Curso de General do Exército. A FACULDADE INTERNACIONAL DE CURSO LIVRE é referência em cursos livres no Brasil e no mundo, tendo seu programa de cursos ...
www.faculdadelivre.com.br/?sec=ver_curso&id=3401 - Cached
Teve a promoção a general até de segurança do Lula, passando na frente do pessoal que já está com 40, 50 anos na ativa, então tudo é possivel.
Se preparem também para pior os candidatos a uma CNH, que vai ter aula de direção noturna, em estradas secundárias, cheias de buracos, com a sinalização apagada, no meio do mato, tipo a que se vai para Eng. Neiva, Pinda, entrando pelo acesso para CONFAB
Ainda bem que depois deu para esfriar um pouco a cuca, pois encontrei uns MUÇULMANOS, a pé, no centro da cidade, caminhando, visitando Guaratinguetá; um era o xeique da mesquita de Taubaté que é em frente da rodoviária, outro xeique era vindo lá do Libano, um jovem muçulmano que era interprete, todos com suas indumentárias e mais um rapaz de Guaratinguetá que os estava assesorando, aí foi outro papo desde o Velho Testamento, com o Pentateuco, Moisés, Abraão,Ysmael, Yoseh com o livramento, Salmos, profetas, Yeshua, etc...eles falando mais de Maomé, tudo com educação, harmonia, sendo que não deu prá enrolar a lingua com os xeiques a não ser na hora que falaram ingles, francés, espanhol, aí foi possivel enganar um pouco.
Bem, vou findando por aqui
Vou virar um piloto das Arábias
mas é lançando muito
AMOR, PAZ e FELICIDADE
Abraços
Irmão Ferreira
O que tem de velhos pilotos, comandantes brasileiros experientes espalhados pelo mundo não está no gibi, quando uns ainda não foram porque não se sabe o porque empresas grandes do exterior não são reconhecidas pela ANAC, assim o piloto, comandante brasileiro fica de mãos atadas.
A situação de ida em massa de tripulantes brasileiros para várias partes do mundo, fez o governo mandar gente para estes lugares afim de fazer entrevista, levantamento, quando alguns dos pilotos até perguntaram se o que fosse falado realmente iria constar no relatório final.
É outra situação com salários de mais 12.500 dolares, quando nos testes iniciais, certos cheques, inspeções de saude, etc, tem que ser feita na França, mas as empresas do outro lado do mundo, especialmente, Asia, Africa, Oceania, etc. onde ainda estão precisando de pilotos, então pagam todas despesas com viagem e tudo mais.
Aqui certos elementos que foram de empresas de aviação, agora na ANAC, se acham um DEUS, não conhecem os velhos companheiros, é uma dificuldade de contato, pior do que falar com o Pres da República.
É impressionante, quem está de fora nem sabe, a não ser em conversa com parentes, elemento diretamente implicado no problema, que venha trazer a tona tais fatos e outros com respeito infraestrutura, que no caso tipo da Copa, que levaram mulatas, escola de samba, mas estamos arriscados nem sediarmos, com estádios necessitando de investimentos urgentes, mas no fim parece que o governo quer empurrar o pepino que arrumou com as despesas prá cima dos clubes que são donos dos estádios, por aí afora.
Quem acredita no tal de PAC é "papagaio novo" que ainda não sabe cantar o CURUPAC e acredita que é "papagaio da MADAME"...
Vige, vôte, cobra d'água e arriégua; é pena que o computador cabeludo aqui do velho já está com a pilha meia fraca, então perdi um monte de dados que foram conversados envolvendo uma gama muito grande assuntos diversos, tudo originado por este fato de estar faltando pilotos, bem como para meu espanto, está faltando até comissários e comissárias de vôo, o que em parte é bom para os que estão cursando, sendo que a última que se sabe, é que vai ter curso de piloto ONLINE, que acredito, a prova, teste, intrevista tenha que ser presencial, mas depois que se vê propaganda de curso para general do exército por correspondencia, tudo é possivel,
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Curso de General do Exército. A FACULDADE INTERNACIONAL DE CURSO LIVRE é referência em cursos livres no Brasil e no mundo, tendo seu programa de cursos ...
www.faculdadelivre.com.br/?sec=ver_curso&id=3401 - Cached
Teve a promoção a general até de segurança do Lula, passando na frente do pessoal que já está com 40, 50 anos na ativa, então tudo é possivel.
Se preparem também para pior os candidatos a uma CNH, que vai ter aula de direção noturna, em estradas secundárias, cheias de buracos, com a sinalização apagada, no meio do mato, tipo a que se vai para Eng. Neiva, Pinda, entrando pelo acesso para CONFAB
Ainda bem que depois deu para esfriar um pouco a cuca, pois encontrei uns MUÇULMANOS, a pé, no centro da cidade, caminhando, visitando Guaratinguetá; um era o xeique da mesquita de Taubaté que é em frente da rodoviária, outro xeique era vindo lá do Libano, um jovem muçulmano que era interprete, todos com suas indumentárias e mais um rapaz de Guaratinguetá que os estava assesorando, aí foi outro papo desde o Velho Testamento, com o Pentateuco, Moisés, Abraão,Ysmael, Yoseh com o livramento, Salmos, profetas, Yeshua, etc...eles falando mais de Maomé, tudo com educação, harmonia, sendo que não deu prá enrolar a lingua com os xeiques a não ser na hora que falaram ingles, francés, espanhol, aí foi possivel enganar um pouco.
Bem, vou findando por aqui
Vou virar um piloto das Arábias
mas é lançando muito
AMOR, PAZ e FELICIDADE
Abraços
Irmão Ferreira
domingo, 16 de maio de 2010
Sonhos, lutas e vitórias cap 009
Em fevereiro de 1968 entrei na Escola de Sargentos da Aeronáutica.
Como naquele tempo, a luta continua e não devemos desvanecer em nenhum momento, pois para isto temos palavras escritas em nosso hino e que são para serem cumpridas com o sacrifício da própria vida e se preciso for, mesmo já sendo um sexagenário, ainda lutarei pelo Brasil contra os inimigos externos e internos.
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA, NEM TEME QUEM TE ADORA A PRÓPRIA MORTE!
Depois de sargento rádio telegrafista, fui rádio-amador, faixa do cidadão, aposentei e ainda trabalho em comunicações na Infraero; está tudo diferente daquelas épocas, mais facilidades que ás vezes a gente até sente saudades daquelas dificuldades que nós desafiávamos com um amor do fundo da alma....
Eu trabalhei por quatro anos na Infraero, no aeroporto de Galeão, dormia no alojamento que fica embaixo da torre de contrôle da FAB, no antigo DPVGL e atual DTCEAGL, como você vê, este cara sempre está no convívio dos milicos fabianos, aliás quando entrei na TASA em Campinas dormia no alojamento da FAB também.
FELICIDADES
Só senti felicidade ao ler vários artigos, tais como: Soldado Cidadão, volta do Proj. Rondon, CAN em atividade, "catalineiros" BABE (antes de ser RTTE, COM, BCO, eu fui S1 SV, CB "CM AU" trabalhando nos CA10 "Catalinas", no hangar de ferro do meu saudoso NPARAERBE/PAMABE, onde também tínhamos os jovens escoteiros do ar que aprendiam profissões e quando chegavam na época de servir já estavam habilitados em várias especialidades a serem utilizadas na própria unidade onde tinham sido instruídos na época de escotismo) e tantas e tantas notícias que eu agradeço a Deus por estarem sendo alvissareiras para aqueles que vivenciaram tantos momentos de brasilidade, integração, interação dos nossos governantes, com inúmeros brasileiros e de forma especial da nossa FAB.
Deus abençoe e ilumine nossos governantes para que possamos levar avante e vivificar tantas realizações do passado que serão importantíssimas para o presente e futuro.
Em 1973 no DPV SBCZ Deus me inspirou com este slogan, que parece já apareceu novo pai.
"SRPVBE proteção ao vôo nos céus da Amazônia, nós protegemos alguns e ELE protege a todos".
Eu, um menino pobre lá de Belém do Pará, filho de lavadeira, graças a Deus sou um beneficiado da FAB, pois trabalhando na INFRAERO onde entrei em 1993, ainda estou pondo em prática o que aprendi durante meus 35 anos de vida militar; já tendo trabalhado em SBKP, SBGR, SBDN, SBGL e agora SBGR NAGR1 tudo como OEA - Operador de Estação Aeronáutica.
Quando eu trabalhava na TASA/INFRAERO em Campinas, o Brig Camarão sempre ia com a esposa lá no CIVADKP para apanhar autorizações de exames médicos e por fim um colega R/R Lucena que eu chamo de indio véio, pois é amazonense, calmo que só ele, falou-me que ele tinha falecido, sendo que agora o Lima (filho) confirmou que deu na Revista Aeronáutica.
Quando trabalhava na Infraero no Galeão, eu me congregava numa pequena igreja Assembléia de Deus do Itacolomi; ela fica no final da vila militar do Galeão, mas é após a última casa da vila á direita, subindo á direita numa rua de terra, que agora, á direita, está cheia de novos prédios residenciais da Aeronáutica; a igreja fica bem no fim, no meio dum descampado, que logo nos primeiros dias quando eu subia a ruazinha, então me sentia como se estivesse no interior por ver galinhas, porcos no meio da rua; a congregação de Capivari, em Duque de Caxias, fica num lugar que é um interior mesmo, só tem ruas de terra, terrenos grandes com mata para todo o lado.
Recebi uma notícia muito triste, do falecimento do GAMA, que bem como a LINDA moravam perto de casa, fomos criados juntos desde criança no bairro do Humarizal. Com o Gama e seus irmãos, que inclusive tinha um fato curioso, pois na casa de seus pais, Seu Simplício e D. Yaia, era um monte de irmãos homens e só tinha da Rute de mulher e no visinho Seu Alvaro e D. Petita era o contrário tinha um monte de mulher e só o Bernardo de homem, então nós homens
jogávamos bola, brincávamos nas festas juninas, carnaval no bloco de "Bárbaros da Maracangalha", íamos para aquelas festas de 15 anos que o amigo ventilou anteriormente; Linda é irmã de meu grande amigo, colega de turma de recruta, S2 Q IG FI, S1 Q MR SV, CB Q MR CM AU 59 03 05 12, GILBERTO DE ALMEIDA CORREA, morávamos todos pertinho, quando íamos para festas, depois quando eu estudava para EEAr, era junto com seu irmão, não saía da casa da mãe deles lá em São Brás.
A última vez que vi o Gama foi num Encontrão nosso em Guaratinguetá, que realmente notei algo estranho na sua voz, eu filmei o evento e se não me engano o filmei também, o que está num DVD que eu fiz.
Diga que sou o Francisco FERREIRA, tendo um irmão o Fernando, filho da D.Lícia que lavava roupa para fora e morava lá onde tinha D. Rita que vendia tacacá todas as tardes, D. Conceição, numa vila de casas de madeira, que tinha um jenipapeiro na entrada, na Doca Souza Franco próximo da Boaventura, ao lado da Casa Pinheiro mercearia do seu Adriano (português) em frente da casa do Dr. Acúrcio Cavalero de
Macedo
Como naquele tempo, a luta continua e não devemos desvanecer em nenhum momento, pois para isto temos palavras escritas em nosso hino e que são para serem cumpridas com o sacrifício da própria vida e se preciso for, mesmo já sendo um sexagenário, ainda lutarei pelo Brasil contra os inimigos externos e internos.
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA, NEM TEME QUEM TE ADORA A PRÓPRIA MORTE!
Depois de sargento rádio telegrafista, fui rádio-amador, faixa do cidadão, aposentei e ainda trabalho em comunicações na Infraero; está tudo diferente daquelas épocas, mais facilidades que ás vezes a gente até sente saudades daquelas dificuldades que nós desafiávamos com um amor do fundo da alma....
Eu trabalhei por quatro anos na Infraero, no aeroporto de Galeão, dormia no alojamento que fica embaixo da torre de contrôle da FAB, no antigo DPVGL e atual DTCEAGL, como você vê, este cara sempre está no convívio dos milicos fabianos, aliás quando entrei na TASA em Campinas dormia no alojamento da FAB também.
FELICIDADES
Só senti felicidade ao ler vários artigos, tais como: Soldado Cidadão, volta do Proj. Rondon, CAN em atividade, "catalineiros" BABE (antes de ser RTTE, COM, BCO, eu fui S1 SV, CB "CM AU" trabalhando nos CA10 "Catalinas", no hangar de ferro do meu saudoso NPARAERBE/PAMABE, onde também tínhamos os jovens escoteiros do ar que aprendiam profissões e quando chegavam na época de servir já estavam habilitados em várias especialidades a serem utilizadas na própria unidade onde tinham sido instruídos na época de escotismo) e tantas e tantas notícias que eu agradeço a Deus por estarem sendo alvissareiras para aqueles que vivenciaram tantos momentos de brasilidade, integração, interação dos nossos governantes, com inúmeros brasileiros e de forma especial da nossa FAB.
Deus abençoe e ilumine nossos governantes para que possamos levar avante e vivificar tantas realizações do passado que serão importantíssimas para o presente e futuro.
Em 1973 no DPV SBCZ Deus me inspirou com este slogan, que parece já apareceu novo pai.
"SRPVBE proteção ao vôo nos céus da Amazônia, nós protegemos alguns e ELE protege a todos".
Eu, um menino pobre lá de Belém do Pará, filho de lavadeira, graças a Deus sou um beneficiado da FAB, pois trabalhando na INFRAERO onde entrei em 1993, ainda estou pondo em prática o que aprendi durante meus 35 anos de vida militar; já tendo trabalhado em SBKP, SBGR, SBDN, SBGL e agora SBGR NAGR1 tudo como OEA - Operador de Estação Aeronáutica.
Quando eu trabalhava na TASA/INFRAERO em Campinas, o Brig Camarão sempre ia com a esposa lá no CIVADKP para apanhar autorizações de exames médicos e por fim um colega R/R Lucena que eu chamo de indio véio, pois é amazonense, calmo que só ele, falou-me que ele tinha falecido, sendo que agora o Lima (filho) confirmou que deu na Revista Aeronáutica.
Quando trabalhava na Infraero no Galeão, eu me congregava numa pequena igreja Assembléia de Deus do Itacolomi; ela fica no final da vila militar do Galeão, mas é após a última casa da vila á direita, subindo á direita numa rua de terra, que agora, á direita, está cheia de novos prédios residenciais da Aeronáutica; a igreja fica bem no fim, no meio dum descampado, que logo nos primeiros dias quando eu subia a ruazinha, então me sentia como se estivesse no interior por ver galinhas, porcos no meio da rua; a congregação de Capivari, em Duque de Caxias, fica num lugar que é um interior mesmo, só tem ruas de terra, terrenos grandes com mata para todo o lado.
Recebi uma notícia muito triste, do falecimento do GAMA, que bem como a LINDA moravam perto de casa, fomos criados juntos desde criança no bairro do Humarizal. Com o Gama e seus irmãos, que inclusive tinha um fato curioso, pois na casa de seus pais, Seu Simplício e D. Yaia, era um monte de irmãos homens e só tinha da Rute de mulher e no visinho Seu Alvaro e D. Petita era o contrário tinha um monte de mulher e só o Bernardo de homem, então nós homens
jogávamos bola, brincávamos nas festas juninas, carnaval no bloco de "Bárbaros da Maracangalha", íamos para aquelas festas de 15 anos que o amigo ventilou anteriormente; Linda é irmã de meu grande amigo, colega de turma de recruta, S2 Q IG FI, S1 Q MR SV, CB Q MR CM AU 59 03 05 12, GILBERTO DE ALMEIDA CORREA, morávamos todos pertinho, quando íamos para festas, depois quando eu estudava para EEAr, era junto com seu irmão, não saía da casa da mãe deles lá em São Brás.
A última vez que vi o Gama foi num Encontrão nosso em Guaratinguetá, que realmente notei algo estranho na sua voz, eu filmei o evento e se não me engano o filmei também, o que está num DVD que eu fiz.
Diga que sou o Francisco FERREIRA, tendo um irmão o Fernando, filho da D.Lícia que lavava roupa para fora e morava lá onde tinha D. Rita que vendia tacacá todas as tardes, D. Conceição, numa vila de casas de madeira, que tinha um jenipapeiro na entrada, na Doca Souza Franco próximo da Boaventura, ao lado da Casa Pinheiro mercearia do seu Adriano (português) em frente da casa do Dr. Acúrcio Cavalero de
Macedo
Sonhos, lutas e vitórias cap 008
Saí do Parque em junho de 1966, indo destacado para Cruzeiro do Sul - Acre de onde voltei em fevereiro de 1967, tempo este que Deus fez uma maravilha na minha vida, pois foi o tempo que os cabos que tinham mais de 8 anos e não foram para Escola de Sargentos tinham de ser licenciados; nesta leva eu fui, voltei a trabalhar como vendedor; vivia orando na Assembléia de Deus de Belém, como macaco velho só vivia vendendo nos quartéis, onde continuava ter contato com os amigos, quando "tocava o avançar" no rancho" lá ia eu pegar o "rango" ou "peteco", e sei que nestas andanças por lá vim saber que tinha sido amparado na mesma Lei 1104 que tinha me mandado embora, pois quem tivera média nas provas que fizera, tinha sido aprovado, mas não alcançara a classificação na época, tinha que requerer ao Min Aer, o que não tinha feito por não saber disto, mas nas andanças pelo quartel, o cabo LIMA que trabalhava em Costuras e Entelagens, depois fez o curso de sargentos comigo, então me deu a dica e falou que vira meu nome na relação dos amparados, dessorte que depois de muito joelho no chão, o Sgt Azamor que trabalhava na DP, aquele que parecia japonês, mas era caboclo do interior do Pará, cara estudioso que só, então ele fez um requerimento exposição de motivos que foi remetido para o COMAR 1, lá ficaram enrolando e devolveram para o PAMABE no que o Azamor levou ao conhecimento do Maj Araújo, Sub Diretor do Parque e os mesmos tomaram a iniciativa de mandar direto para o Min Aer. Fiquei esperando a resposta e um dia quando ia entrando no Parque, que nesta época a entrada era pela Av. Tito Franco, então o sgt Azamor gritou todo feliz lá da DP:
-Ferreira, você é crente, mas vamos tomar umas cervejas!!!
Veio todo feliz me mostrar o despacho do Min Aer mandando cancelar meu licenciamento.
O Azamor passou os dados para a Escola de sargentos e eles responderam que eu tinha perdido o direito de matricula; novamente o Azamor com o Sub Diretor, Maj Av Araújo, tomaram a iniciativa de me mandar para o Rio para falar com o Min Aer, ocasião que levei documentos remetidos pelo cabo Salomão para Cel Maldonado D`Eça, ajudante do Min, cujo pai, Maldonado D`Eça, fora diretor do Parque e ele também trabalhara lá, de forma que o cabo Salomão que era motorista de todos os diretores do Parque me ajudou de uma forma espetacular, pois chegando no Rio o pessoal disse que ia ser difícil o Cel Maldonado me atender, mas eu de Bíblia na mão falei que ele ia atender sim, entreguei os documentos que o cabo Salomão tinha enviado e para surpresa do pessoal da ajudancia do Min o Maldonado mandou eu entrar, conversou alegremente comigo, querendo saber do Parque, de Belém, de todos os amigos do Parque e depois falou que eu aguardasse que o Min estava chegando de Brasília quando ia despachar com ele.
Fiquei até a boca da noite aguardando numa sala onde tinha um monte de gente, inclusive religiosos, para aguardar despacho do Min, então lá pelas tantas veio o Cel Maldonado todo feliz dizer que o Min tinha dado despacho favorável para eu entrar na Escola.
Chegou a rádio com o nome do pessoal que devia ir para a EEAr e meu nome não estava, quando novamente o Azamor e o Sub diretor, Maj Av Araújo, passaram rádio fazendo menção do despacho do Min e a EEAr se calou, não mandou resposta nenhuma, então eles disseram para eu desistir do resto das férias e o Sub diretor me levou de avião para o Rio e em lá chegando deixou um telefone para qualquer problema que houvesse na minha chegada na EEAr, o que graças a Deus não foi preciso, pois apesar de estar escrito a tinta no ultimo lugar da lista, mas lá estava meu nome, o que causou espanto para o oficial de dia, e eu, com a Bíblia na mão contei minha odisséia e ele ficou meu amigo pro resto de minha vida de aluno na EEAr.
Como soldado, depois cabo, ali no Parque eu me sentia como uma criança cheia de sonhos, amado por todos, isso foi provado quando da hora que mais precisei de todos eles...
Meu amigo subdiretor, Maj Av Araújo, infelizmente houve um problema com ele e mandaram embora da FAB.
O Azamor estudava Direito, ao formar-se fez curso de oficial e foi trabalhar no Gabinete do Ministro em Brasília.
Azamor, apesar de ser caboclo, tinha as feições orientais, mas a família de sua esposa era toda ela japonesa e em Belém eles preservavam toda a milenar cultura oriental.Depois dele lembrei de mais nomes como O Sgto. Marron, Anijá, O Juarez, Pinheirinho, relembrar o Ten. Arêas e seu indisfarçável Jeep WILLYS, cor verde; era uma pessoa muito simpática, sua filha mais velha a (Sandrinha) e do irmão dela o Carlos.
Até hoje eu também sinto saudades de meu querido Parque, pois foi lá que eu comecei engatinhar na FAB, onde tive momentos maravilhosos, sonhos e tantas são as boas lembranças que é até dificil descrevê-las, muitas vezes acontecimentos simples, mas que nos reavivam a memória. Lembro dos amigos do nosso Parque, onde todos éramos uma família que se alegrava e chorava junto...
-Ferreira, você é crente, mas vamos tomar umas cervejas!!!
Veio todo feliz me mostrar o despacho do Min Aer mandando cancelar meu licenciamento.
O Azamor passou os dados para a Escola de sargentos e eles responderam que eu tinha perdido o direito de matricula; novamente o Azamor com o Sub Diretor, Maj Av Araújo, tomaram a iniciativa de me mandar para o Rio para falar com o Min Aer, ocasião que levei documentos remetidos pelo cabo Salomão para Cel Maldonado D`Eça, ajudante do Min, cujo pai, Maldonado D`Eça, fora diretor do Parque e ele também trabalhara lá, de forma que o cabo Salomão que era motorista de todos os diretores do Parque me ajudou de uma forma espetacular, pois chegando no Rio o pessoal disse que ia ser difícil o Cel Maldonado me atender, mas eu de Bíblia na mão falei que ele ia atender sim, entreguei os documentos que o cabo Salomão tinha enviado e para surpresa do pessoal da ajudancia do Min o Maldonado mandou eu entrar, conversou alegremente comigo, querendo saber do Parque, de Belém, de todos os amigos do Parque e depois falou que eu aguardasse que o Min estava chegando de Brasília quando ia despachar com ele.
Fiquei até a boca da noite aguardando numa sala onde tinha um monte de gente, inclusive religiosos, para aguardar despacho do Min, então lá pelas tantas veio o Cel Maldonado todo feliz dizer que o Min tinha dado despacho favorável para eu entrar na Escola.
Chegou a rádio com o nome do pessoal que devia ir para a EEAr e meu nome não estava, quando novamente o Azamor e o Sub diretor, Maj Av Araújo, passaram rádio fazendo menção do despacho do Min e a EEAr se calou, não mandou resposta nenhuma, então eles disseram para eu desistir do resto das férias e o Sub diretor me levou de avião para o Rio e em lá chegando deixou um telefone para qualquer problema que houvesse na minha chegada na EEAr, o que graças a Deus não foi preciso, pois apesar de estar escrito a tinta no ultimo lugar da lista, mas lá estava meu nome, o que causou espanto para o oficial de dia, e eu, com a Bíblia na mão contei minha odisséia e ele ficou meu amigo pro resto de minha vida de aluno na EEAr.
Como soldado, depois cabo, ali no Parque eu me sentia como uma criança cheia de sonhos, amado por todos, isso foi provado quando da hora que mais precisei de todos eles...
Meu amigo subdiretor, Maj Av Araújo, infelizmente houve um problema com ele e mandaram embora da FAB.
O Azamor estudava Direito, ao formar-se fez curso de oficial e foi trabalhar no Gabinete do Ministro em Brasília.
Azamor, apesar de ser caboclo, tinha as feições orientais, mas a família de sua esposa era toda ela japonesa e em Belém eles preservavam toda a milenar cultura oriental.Depois dele lembrei de mais nomes como O Sgto. Marron, Anijá, O Juarez, Pinheirinho, relembrar o Ten. Arêas e seu indisfarçável Jeep WILLYS, cor verde; era uma pessoa muito simpática, sua filha mais velha a (Sandrinha) e do irmão dela o Carlos.
Até hoje eu também sinto saudades de meu querido Parque, pois foi lá que eu comecei engatinhar na FAB, onde tive momentos maravilhosos, sonhos e tantas são as boas lembranças que é até dificil descrevê-las, muitas vezes acontecimentos simples, mas que nos reavivam a memória. Lembro dos amigos do nosso Parque, onde todos éramos uma família que se alegrava e chorava junto...
Sonhos, lutas e vitórias cap 007
O curso chegou ao fim e passei a CB Q MR CM AU 59 03 05 10.
Muito trabalho, serões para podermos entregar os "CATALINAS", tão imprescindíveis na missão do COMAR I na difícil luta daqueles tempos para integrar e salvaguardar a soberania da AMAZÕNIA que desde aquele tempo e até hoje ainda querem nos roubar.
Dentre os elogios pelo trabalho em conjunto com os companheiros do PAMABE nos anos de 1961 à 1966 um muito me emociona:
Ao cabo Ferreira os agradecimentos da FAB, da Amazônia e do Brasil.
Meus tempos do papa-fila e aquela versão doméstica feita lá chamada de "Casa Portuguesa". Gostava do rancho e de jogar bola no campo próximo ao hangar, onde a gente sempre via, quando não estava em missão, o C-47 (2025), além dos CA10 em revisão, e depois ia tomar banho num tanque perto do mesmo imponente andar de arquitetura única.
A esquecida figura paraense, físico, de JÚLIO CEZAR RIBEIRO DE SOUZA, que a empresta seu nome a pista do famoso "AEROCLUBE" ,mas que na verdade era uma pista do Parque.
Julio Cezar é o pai da aeronavegabilidade.
É anterior ao genial Santos Dumont e vale a pena ler porque assim diminuímos o débito histórico que temos com esse brilhante conterrâneo que em cada dez paraense, nenhum o conhece. A maioria pensa que aquela pista homenageia o imperador romano
Teve até um baile de carnaval no rancho dos sargentos, que na época, reza a lenda, era o maior salão de vão livre, sem pilares na cidade.Tempo bom e bonito, que vale a pena recordar e eu lhe agradeço por esta oportunidade de ouro de reviver aqui tempos que ficaram e ficarão para sempre
nas nossas lembranças, saudades e corações pois só quem os viveu saberá ou poderá lhe dar o justo valor.
"Sgto. Campeão" instalava uma hélice em tempo Record; sargento Campeão, bons tempos quando a gente se sentia feliz pelo que fazia com o coração, com o amor da nossa vida.
Nós éramos apaixonados por aquilo que fazíamos, tanto que ainda hoje os valhas guardas são assim
Muito trabalho, serões para podermos entregar os "CATALINAS", tão imprescindíveis na missão do COMAR I na difícil luta daqueles tempos para integrar e salvaguardar a soberania da AMAZÕNIA que desde aquele tempo e até hoje ainda querem nos roubar.
Dentre os elogios pelo trabalho em conjunto com os companheiros do PAMABE nos anos de 1961 à 1966 um muito me emociona:
Ao cabo Ferreira os agradecimentos da FAB, da Amazônia e do Brasil.
Meus tempos do papa-fila e aquela versão doméstica feita lá chamada de "Casa Portuguesa". Gostava do rancho e de jogar bola no campo próximo ao hangar, onde a gente sempre via, quando não estava em missão, o C-47 (2025), além dos CA10 em revisão, e depois ia tomar banho num tanque perto do mesmo imponente andar de arquitetura única.
A esquecida figura paraense, físico, de JÚLIO CEZAR RIBEIRO DE SOUZA, que a empresta seu nome a pista do famoso "AEROCLUBE" ,mas que na verdade era uma pista do Parque.
Julio Cezar é o pai da aeronavegabilidade.
É anterior ao genial Santos Dumont e vale a pena ler porque assim diminuímos o débito histórico que temos com esse brilhante conterrâneo que em cada dez paraense, nenhum o conhece. A maioria pensa que aquela pista homenageia o imperador romano
Teve até um baile de carnaval no rancho dos sargentos, que na época, reza a lenda, era o maior salão de vão livre, sem pilares na cidade.Tempo bom e bonito, que vale a pena recordar e eu lhe agradeço por esta oportunidade de ouro de reviver aqui tempos que ficaram e ficarão para sempre
nas nossas lembranças, saudades e corações pois só quem os viveu saberá ou poderá lhe dar o justo valor.
"Sgto. Campeão" instalava uma hélice em tempo Record; sargento Campeão, bons tempos quando a gente se sentia feliz pelo que fazia com o coração, com o amor da nossa vida.
Nós éramos apaixonados por aquilo que fazíamos, tanto que ainda hoje os valhas guardas são assim
Sonhos, lutas e vitórias cap 006
LEMBRANÇAS
Parece que foi hoje o ontem acontecido.Eu, um garoto pobre, ficava na frente de casa, sentado num banquinho de madeira, observando os transeuntes, tudo que se passava diante dos meus olhos.
Muitas coisas pude presenciar, dentre elas o "Catalina" que passava de/para a pista de Val-de-Cans, aquele facho de luz (farol rotativo)que passava à noite pelo céu, até o "Zepellin", acreditem...
Em 1958 me alistei, depois fui fazer inspeção no Hospital Geral do Exército na praça Brasil, onde passei e no início de 1959 me apresentei na BABE onde fiz o recrutamento na época do Cap IG Sartori (voz de comando trovão).
Tempos memoráveis quando após o café da manhã, servido pelo Taifeiro Sardinha e outros, com aquele mingau gostoso que eu adorava, tinha a saudosa educação física, ora com arma, ora com troncos, ora com bastão, ao som da música da banda regida pelo Sgt. Guedes; posteriormente era instrução de ordem unida e a tarde, após o almoço, lá ia eu para instrução debaixo das árvores que com o calor das tardes de Belém era aquela vontade involuntária de cochilar, mas tinha de ficar com os olhos abertos senão ‘pagava dez’ ou então ficava impedido no final de semana.
Passou o tempo de recrutamento e lá fui eu como S2 Q IG FI 59 03 05 10 para o Núcleo de Parque de Aeronáutica de Belém, onde eu e outros fomos recebidos pelo Ten IG Bandeira Pinto, Sgt IG Januário, Cabo IG Valdir, Cabo IG Geovani, taifeiro Tabajara e outro conhecido por Carne Seca (barbeiros)
SO Cabral, pastor da igreja batista, bom de inglês, tive instrução com ele quando fazia recrutamento na Base, inclusive tinha um soldado que só vivia rindo por qualquer coisa e o Cabral falava:
-Fecha a cara soldado !!!
Aí que o soldado perdia o contrôle e ria, então todo mundo ficava rindo..
Ele era lá do hangar de ferro era ele quem fazia traduções dos manuais da manutenção, do inglês para o português?Assim como ele tinha um time bom. Dantas, Zeferino, João de Deus.
Este soldado era bom de boca, dava tres voltas no rancho, tanto que depois fez curso para taifeiro para poder ficar todo tempo no rancho com a boca no "petecão". Se fôsse músico que ficaria com a boca no trombone..hihihihihihi
Tinha um civil baixinho que a gente chamava de "General", outro brincalhão que gritava o chamavam de "Cachorro", ambos trabalhavam na seção de Usinagem, costura e entelagem, marcenaria, ao lado do setor de eletrônica e um pouco perto do ultimo hangar dos catalinas
Comentários de meu amigo Lima filho do SO Lima
Tomei "algumas caronas" no corte de cabelo (reco/pelado) do querido Carne Sêca. A gente também cortava o cabelo com o "Tabajara" (taifeiro) que mais apreciava tocar o cavaquinho do que propriamente cortar o cabelo da tropa.
Comandante do PAMABE era o Cel. Pires e o Brigadeiro Armando Serra era quem comandava a Zona Aérea. lembro mais dos nomes... e tinha os Sgtos. Rui (Rancho),Vilhena, Telles, Ornilo, Anijá, Marcelino, Edilson(DP), Dantas e Acioly, Paiva , CB Gaspar, o Sgt Juarez que foi para a Marinha onde passou no curso de oficial.
Tudo amigo e muito brincalhões.
Marcelino tinha o hábito de colocar vela acesa no casco de um carangueijo vivo e soltá-lo perto do muro do cemitério, na escuridão, ficava aquela vela andando de um lado para o outro. Agora se imagina o cenário porque ele nunca fazia isso com menos de meia dúzia. A rapaziada que estudava a noite vinha da escola tarde e quando se deparava com aquilo era uma gritaria só.
Tinha um sargento do Posto Médico, que chamavam Galo Velho, morava num pequeno sítio na estrada da Utinga, em frente do Parque, quando a turma fêz uma sacanagem com ele, colocando um aviso no jornal, nas vésperas do Círio, onde dizia ter patos, perus, porcos, galos, galinhas, um monte de coisas para vender, então o pessoal que corria para comprar o que comer no dia do Círio, chegava aos monte, de carro, era gente na porta do GALO VELHO e ele explicando que tinha sido algum colega que tinha feito sacanagemfoi uma luta para o coitado para se livrar daquele multidão...
O Sgt e depois SO Lima era do Parque, uma pessoa super educada com o qual convivi desde o tempo de soldado no Parque até depois de sargento nos destacamentos onde a COMARA sempre estava revitalizando ou construindo pistas, sendo que último contato foi via PX quando eu era radioamador e faixa cidadão que tive a oportunidade de falar com ele como se intitulava no PX como estação "Paloma Blanca" operando em Boa Vista-RR quando o Brig Otomar era governador e o levou para lá.
Nossa base era no antigo Hangar de Nariz, onde ficamos alojados, recebíamos mais instruções e jogávamos na quadra que existia no meio do mesmo.
O tempo foi passando, fiz e concluí o curso de S1, quando passei a S1 Q MR SV AU 59 03 05 10; depois, curso de cabo quando mais uma vez fomos para a BABE receber instrução militar e ao acabar esta parte voltamos para o NPARAER afim de fazer a parte especializada no Hangar de Ferro onde encontramos o Ten Arêas, Sgt Macedo, Brito e outros, civil Lourinho e outros.
Tudo novidade, nova especialidade a ser aprendida, e fiquei cara a cara com aquela aeronave que quando criança eu via passar no céu em meus momentos de devaneios e sonhos.
O sonho virou realidade e pude ajudar aquela aeronave a desbravar, integrar a Amazônia, visto que no início tínhamos poucas pistas, eram usados os rios para amerrisar e que graças a COMARA desde o tempo do SPEVEA, depois SUDAM, é que foram construindo pistas e pistas, desenvolvendo novas tecnologias de acordo com as necessidades, com uma região pobre em pedra criou-se a tecnologia "areia/asfalto/cimento", usou-se areia, "seixo rolado" retirados dos fundos dos rios, onde se via a rentabilidade era econômica ou não, com o árduo e dedicado trabalho do saudoso civil mergulhador "BRUCUTU".
Parece que foi hoje o ontem acontecido.Eu, um garoto pobre, ficava na frente de casa, sentado num banquinho de madeira, observando os transeuntes, tudo que se passava diante dos meus olhos.
Muitas coisas pude presenciar, dentre elas o "Catalina" que passava de/para a pista de Val-de-Cans, aquele facho de luz (farol rotativo)que passava à noite pelo céu, até o "Zepellin", acreditem...
Em 1958 me alistei, depois fui fazer inspeção no Hospital Geral do Exército na praça Brasil, onde passei e no início de 1959 me apresentei na BABE onde fiz o recrutamento na época do Cap IG Sartori (voz de comando trovão).
Tempos memoráveis quando após o café da manhã, servido pelo Taifeiro Sardinha e outros, com aquele mingau gostoso que eu adorava, tinha a saudosa educação física, ora com arma, ora com troncos, ora com bastão, ao som da música da banda regida pelo Sgt. Guedes; posteriormente era instrução de ordem unida e a tarde, após o almoço, lá ia eu para instrução debaixo das árvores que com o calor das tardes de Belém era aquela vontade involuntária de cochilar, mas tinha de ficar com os olhos abertos senão ‘pagava dez’ ou então ficava impedido no final de semana.
Passou o tempo de recrutamento e lá fui eu como S2 Q IG FI 59 03 05 10 para o Núcleo de Parque de Aeronáutica de Belém, onde eu e outros fomos recebidos pelo Ten IG Bandeira Pinto, Sgt IG Januário, Cabo IG Valdir, Cabo IG Geovani, taifeiro Tabajara e outro conhecido por Carne Seca (barbeiros)
SO Cabral, pastor da igreja batista, bom de inglês, tive instrução com ele quando fazia recrutamento na Base, inclusive tinha um soldado que só vivia rindo por qualquer coisa e o Cabral falava:
-Fecha a cara soldado !!!
Aí que o soldado perdia o contrôle e ria, então todo mundo ficava rindo..
Ele era lá do hangar de ferro era ele quem fazia traduções dos manuais da manutenção, do inglês para o português?Assim como ele tinha um time bom. Dantas, Zeferino, João de Deus.
Este soldado era bom de boca, dava tres voltas no rancho, tanto que depois fez curso para taifeiro para poder ficar todo tempo no rancho com a boca no "petecão". Se fôsse músico que ficaria com a boca no trombone..hihihihihihi
Tinha um civil baixinho que a gente chamava de "General", outro brincalhão que gritava o chamavam de "Cachorro", ambos trabalhavam na seção de Usinagem, costura e entelagem, marcenaria, ao lado do setor de eletrônica e um pouco perto do ultimo hangar dos catalinas
Comentários de meu amigo Lima filho do SO Lima
Tomei "algumas caronas" no corte de cabelo (reco/pelado) do querido Carne Sêca. A gente também cortava o cabelo com o "Tabajara" (taifeiro) que mais apreciava tocar o cavaquinho do que propriamente cortar o cabelo da tropa.
Comandante do PAMABE era o Cel. Pires e o Brigadeiro Armando Serra era quem comandava a Zona Aérea. lembro mais dos nomes... e tinha os Sgtos. Rui (Rancho),Vilhena, Telles, Ornilo, Anijá, Marcelino, Edilson(DP), Dantas e Acioly, Paiva , CB Gaspar, o Sgt Juarez que foi para a Marinha onde passou no curso de oficial.
Tudo amigo e muito brincalhões.
Marcelino tinha o hábito de colocar vela acesa no casco de um carangueijo vivo e soltá-lo perto do muro do cemitério, na escuridão, ficava aquela vela andando de um lado para o outro. Agora se imagina o cenário porque ele nunca fazia isso com menos de meia dúzia. A rapaziada que estudava a noite vinha da escola tarde e quando se deparava com aquilo era uma gritaria só.
Tinha um sargento do Posto Médico, que chamavam Galo Velho, morava num pequeno sítio na estrada da Utinga, em frente do Parque, quando a turma fêz uma sacanagem com ele, colocando um aviso no jornal, nas vésperas do Círio, onde dizia ter patos, perus, porcos, galos, galinhas, um monte de coisas para vender, então o pessoal que corria para comprar o que comer no dia do Círio, chegava aos monte, de carro, era gente na porta do GALO VELHO e ele explicando que tinha sido algum colega que tinha feito sacanagemfoi uma luta para o coitado para se livrar daquele multidão...
O Sgt e depois SO Lima era do Parque, uma pessoa super educada com o qual convivi desde o tempo de soldado no Parque até depois de sargento nos destacamentos onde a COMARA sempre estava revitalizando ou construindo pistas, sendo que último contato foi via PX quando eu era radioamador e faixa cidadão que tive a oportunidade de falar com ele como se intitulava no PX como estação "Paloma Blanca" operando em Boa Vista-RR quando o Brig Otomar era governador e o levou para lá.
Nossa base era no antigo Hangar de Nariz, onde ficamos alojados, recebíamos mais instruções e jogávamos na quadra que existia no meio do mesmo.
O tempo foi passando, fiz e concluí o curso de S1, quando passei a S1 Q MR SV AU 59 03 05 10; depois, curso de cabo quando mais uma vez fomos para a BABE receber instrução militar e ao acabar esta parte voltamos para o NPARAER afim de fazer a parte especializada no Hangar de Ferro onde encontramos o Ten Arêas, Sgt Macedo, Brito e outros, civil Lourinho e outros.
Tudo novidade, nova especialidade a ser aprendida, e fiquei cara a cara com aquela aeronave que quando criança eu via passar no céu em meus momentos de devaneios e sonhos.
O sonho virou realidade e pude ajudar aquela aeronave a desbravar, integrar a Amazônia, visto que no início tínhamos poucas pistas, eram usados os rios para amerrisar e que graças a COMARA desde o tempo do SPEVEA, depois SUDAM, é que foram construindo pistas e pistas, desenvolvendo novas tecnologias de acordo com as necessidades, com uma região pobre em pedra criou-se a tecnologia "areia/asfalto/cimento", usou-se areia, "seixo rolado" retirados dos fundos dos rios, onde se via a rentabilidade era econômica ou não, com o árduo e dedicado trabalho do saudoso civil mergulhador "BRUCUTU".
Sonhos, lutas e vitórias cap 005
MINHA PRIMEIRA ESCOLA (GRUPO ESCOLAR PINTO MARQUES)
Estudei desde 1948, no Grupo Escolar Pinto Marques, situado na Av. São Jerônimo com na Visconde Souza Franco, onde comecei o jardim e fui seguindo até terminar a 5ª série em 1954
Minha saudosa diretora Tolentina Amorim e das professoras a que se destacou foi a professora Cândida que morava perto de casa, conhecia minha mãe, sempre foi minha amiga, mesmo depois de grande, estudando noutras escolas, soldado, cabo, sargento, quando passava na frente de sua casa, que me visse, sempre tinha uma palavra amiga e de ânimo.
CERTIFICADO DO CURSO PRIMÁRIO
Ao concluir primário em 1954, fiz exame para entrar no ginasial, quando tive a ajuda do amigo Paulo Eleutério Sênior, já que fazia parte da juventude estudantil pessedista (PSD), entrei para estudar no SESC – SENAC, onde fiquei até 1956, concluindo o curso de técnicas de vendas e prática de escritório, indo estudar em 1956 na Escola Técnica de Comércio Fenix Caixeiral e por fim nos anos de 1957/1958 na Escola Técnica de Comércio do Instituto Paraense onde concluí o curso ginasial de comércio como Auxiliar de Escritório.
Em 2 de fevereiro de 1959 entrei na Aeronáutica para o serviço militar obrigatório.
Estudei desde 1948, no Grupo Escolar Pinto Marques, situado na Av. São Jerônimo com na Visconde Souza Franco, onde comecei o jardim e fui seguindo até terminar a 5ª série em 1954
Minha saudosa diretora Tolentina Amorim e das professoras a que se destacou foi a professora Cândida que morava perto de casa, conhecia minha mãe, sempre foi minha amiga, mesmo depois de grande, estudando noutras escolas, soldado, cabo, sargento, quando passava na frente de sua casa, que me visse, sempre tinha uma palavra amiga e de ânimo.
CERTIFICADO DO CURSO PRIMÁRIO
Ao concluir primário em 1954, fiz exame para entrar no ginasial, quando tive a ajuda do amigo Paulo Eleutério Sênior, já que fazia parte da juventude estudantil pessedista (PSD), entrei para estudar no SESC – SENAC, onde fiquei até 1956, concluindo o curso de técnicas de vendas e prática de escritório, indo estudar em 1956 na Escola Técnica de Comércio Fenix Caixeiral e por fim nos anos de 1957/1958 na Escola Técnica de Comércio do Instituto Paraense onde concluí o curso ginasial de comércio como Auxiliar de Escritório.
Em 2 de fevereiro de 1959 entrei na Aeronáutica para o serviço militar obrigatório.
Sonhos, lutas e vitórias cap 004
MAMÂE LAVANDO ROUPAS
Ela lavava roupa para fora, era uma lavadeira, e a gente ficava sentado no banco de madeira onde ela colocava o ferro da passar roupas a carvão, quando nos ensinava a vida através de lições que nos contava.
Eis uma mulher à beira de uma "tina" com roupas.
Ela trabalha alegremente, tem prazer no seu labor, o que faz às vezes, as pessoas espantadas com toda aquela luta, exclamarem:
- Puxa, a senhora nesta vida que leva ainda canta, parece tão feliz!
Ela responde:
- Eu sou feliz porque Deus me dá forças para trabalhar e cuidar dos meus filhos!
Tudo o que ela faz é pensando nos seus filhos, ainda que no futuro espere receber deles alguma coisa, contudo não expressa isto em suas palavras, mas seu primeiro objetivo é que não lhes falte nada e que sejam alguém na vida.
Quantas vezes quando a comida é escassa ela dá o melhor quinhão para eles e come um pouquinho do que sobra.
Comia aquele pirarucu (nosso bacalhau brasileiro) com jirimun, ás vezes peço para patroa fazer jabá com jirimun, quiabo, maxixe e jiló, também sou chegado numa sopa, canja.
Saboreava muito um peixe "sargento"; o "tamuatá" ou "cascudo" que não tem escamas e sim umas placas que até parece um sargento com uma divisa grandona, igual primeiro sargento da Marinha.
E o peixe cobra, todo preto, de couro, não tem escamas, é o "muçum" , ele frito a gente vai comendo, ou da cabeça pro rabo ou do rabo pra cabeça; agora eu digo, no tempo que eu era pobre comia peixe de todo tipo e preparado de todo jeito, mas agora que pensei que ia ficar rico, então acho o preço do peixe muito caro, mais caro que a carne.
Tem um peixe que é meio redondo e tem uma roda vermelha na cauda, salvo engano é o cará-açu, eu comi muito dele, pois a mamãe lavava roupa prá fora e uma professora meio titia fêz promessa para se casar, apareceu o principe encantado, ela deu peixe durante um ano, preparadinho, temperado, com arroz temperado com "urucum", aquele caldo gostoso, que eu ia buscar todo dia e mandava o "peteco" pro "buxo".
Perto de casa, na Rui Barbosa próximo da Tiradentes, como tinha fábrica de beneficiamento de castanha do Pará que mandavam para o exterior, de perfumes da Phebo, e outras, então vendiam peixe frito na hora, num "tacho" grande com aquele óleo quente que se voce metesse o dia certamente o fritaria; era cada "posta" de peixe que a gente comprava, levava para casa, comia com arroz, feijão, farinha e não faltava a banana chorona também.
Falando de castanha do Pará e me lembro de uma velhinha que ia apanhar as castanhas que caiam lá na fábrica e passava na frente de casa quando nos dava um monte delas.
Era uma felicidade, só alegrias.O nome dela que era Maria dos Anjos.Lembrando dos momentos de felicidade que nos proporcionou, eu sempre digo:
OBRIGADO SENHOR PELA AMIGA MARIA DOS ANJOS.QUE A GENTE POSSA SE ENCONTRAR NO TEU REINO.
Amor de mãe!
Quem, senão Deus, tem um amor maior do que o de uma mãe!
Assim era a minha mãe querida que ironia do destino, já que uma doença malvada tinha assolado seus pulmões e eu ao crescer não pude fazer tanto por ela. Antes muitos amigos, médicos e visinhos apareciam para ajudar, relutava em aceitar a doença, tomar os remédios e se tratar
Um médico do PAMABE me ajudou muito; quando eu era soldado, fazendo curso de cabo, fiquei desarranchado para ganhar um pouco mais e ajudar minha mãe.Ele tentou de todas as formas hospitalizá-la, todavia não conseguiu, mesmo assim dava remédios, que como eu disse antes, ela relutava em tomar e no fim veio prejudicá-la bastante.
Já como sargento, eu estava destacado e minha esposa conseguiu convencê-la, quando foi hospitalizada no Sanatório Barros Barreto, mas sua relutância em se tratar anteriormente dificultou bastante para que ficasse curada sem as seqüelas da doença. Ao sair do hospital tinha perdido dois terços dos pulmões, quando o médico falou para minha esposa que ela estava curada, mas não ira viver muito por causa da dificuldade respiratória e realmente ainda viveu somente uns seis meses.
Lutara bravamente durante anos, sempre com espírito forte.
Quando passou desta vida com 69 anos, foi com um sorriso nos lábios e morreu como um passarinho.
Ela lavava roupa para fora, era uma lavadeira, e a gente ficava sentado no banco de madeira onde ela colocava o ferro da passar roupas a carvão, quando nos ensinava a vida através de lições que nos contava.
Eis uma mulher à beira de uma "tina" com roupas.
Ela trabalha alegremente, tem prazer no seu labor, o que faz às vezes, as pessoas espantadas com toda aquela luta, exclamarem:
- Puxa, a senhora nesta vida que leva ainda canta, parece tão feliz!
Ela responde:
- Eu sou feliz porque Deus me dá forças para trabalhar e cuidar dos meus filhos!
Tudo o que ela faz é pensando nos seus filhos, ainda que no futuro espere receber deles alguma coisa, contudo não expressa isto em suas palavras, mas seu primeiro objetivo é que não lhes falte nada e que sejam alguém na vida.
Quantas vezes quando a comida é escassa ela dá o melhor quinhão para eles e come um pouquinho do que sobra.
Comia aquele pirarucu (nosso bacalhau brasileiro) com jirimun, ás vezes peço para patroa fazer jabá com jirimun, quiabo, maxixe e jiló, também sou chegado numa sopa, canja.
Saboreava muito um peixe "sargento"; o "tamuatá" ou "cascudo" que não tem escamas e sim umas placas que até parece um sargento com uma divisa grandona, igual primeiro sargento da Marinha.
E o peixe cobra, todo preto, de couro, não tem escamas, é o "muçum" , ele frito a gente vai comendo, ou da cabeça pro rabo ou do rabo pra cabeça; agora eu digo, no tempo que eu era pobre comia peixe de todo tipo e preparado de todo jeito, mas agora que pensei que ia ficar rico, então acho o preço do peixe muito caro, mais caro que a carne.
Tem um peixe que é meio redondo e tem uma roda vermelha na cauda, salvo engano é o cará-açu, eu comi muito dele, pois a mamãe lavava roupa prá fora e uma professora meio titia fêz promessa para se casar, apareceu o principe encantado, ela deu peixe durante um ano, preparadinho, temperado, com arroz temperado com "urucum", aquele caldo gostoso, que eu ia buscar todo dia e mandava o "peteco" pro "buxo".
Perto de casa, na Rui Barbosa próximo da Tiradentes, como tinha fábrica de beneficiamento de castanha do Pará que mandavam para o exterior, de perfumes da Phebo, e outras, então vendiam peixe frito na hora, num "tacho" grande com aquele óleo quente que se voce metesse o dia certamente o fritaria; era cada "posta" de peixe que a gente comprava, levava para casa, comia com arroz, feijão, farinha e não faltava a banana chorona também.
Falando de castanha do Pará e me lembro de uma velhinha que ia apanhar as castanhas que caiam lá na fábrica e passava na frente de casa quando nos dava um monte delas.
Era uma felicidade, só alegrias.O nome dela que era Maria dos Anjos.Lembrando dos momentos de felicidade que nos proporcionou, eu sempre digo:
OBRIGADO SENHOR PELA AMIGA MARIA DOS ANJOS.QUE A GENTE POSSA SE ENCONTRAR NO TEU REINO.
Amor de mãe!
Quem, senão Deus, tem um amor maior do que o de uma mãe!
Assim era a minha mãe querida que ironia do destino, já que uma doença malvada tinha assolado seus pulmões e eu ao crescer não pude fazer tanto por ela. Antes muitos amigos, médicos e visinhos apareciam para ajudar, relutava em aceitar a doença, tomar os remédios e se tratar
Um médico do PAMABE me ajudou muito; quando eu era soldado, fazendo curso de cabo, fiquei desarranchado para ganhar um pouco mais e ajudar minha mãe.Ele tentou de todas as formas hospitalizá-la, todavia não conseguiu, mesmo assim dava remédios, que como eu disse antes, ela relutava em tomar e no fim veio prejudicá-la bastante.
Já como sargento, eu estava destacado e minha esposa conseguiu convencê-la, quando foi hospitalizada no Sanatório Barros Barreto, mas sua relutância em se tratar anteriormente dificultou bastante para que ficasse curada sem as seqüelas da doença. Ao sair do hospital tinha perdido dois terços dos pulmões, quando o médico falou para minha esposa que ela estava curada, mas não ira viver muito por causa da dificuldade respiratória e realmente ainda viveu somente uns seis meses.
Lutara bravamente durante anos, sempre com espírito forte.
Quando passou desta vida com 69 anos, foi com um sorriso nos lábios e morreu como um passarinho.
Sonhos, lutas e vitórias cap 003
MINHA CASA
Logo na entrada de uma vila de casas de madeira, com jenipapeiro na entrada, era um pequeno quarto, de madeira, todo pintado de branco, situado em uma parte abarrancada na Doca Souza Franco próximo da Boaventura, ao lado da Casa Pinheiro mercearia do seu Adriano (português), só tinha uma porta de duas folhas e uma janela corrediça, sendo as moradoras das outras casas, D. Rita que vendia tacacá, D. Conceição, D. Tomásia e em frente era casa do Dr. Acúrcio Cavalero de Macêdo .
MINHA CASA INTERNAMENTE
Ao entrar, à direita, via-se primeiramente um velho sofá de vime, depois, um baú grande, trabalhado em couro cru, enfeitado com tachas de cobre reluzentes, onde se liam as iniciais “ J L “ , pois fora de meu avô. Uma prateleira, ao fundo, era uma mistura de porta-espelho, guardador de pucarinas com talcos, buiões com vaselina, porta-perfumes e um altar onde estavam imagens de N. S. da Conceição, São José do Ribamar, Sto Antonio e mais um quadro de N.S. do Perpétuo Socorro. Do lado esquerdo, estavam minha cama de tela com um velho colchão de capim, uma mesa, um banco de madeira e aos fundos um fogão de barro enegrecido pela fumaça, cinzas e carvão.
Aquele vão era ao mesmo tempo: sala, sala de jantar, cozinha e dormitório.
Uma lamparina a querosene, colocada na parede, à noite, me iluminava, para estudos, sonhos e dormidas.
Logo na entrada de uma vila de casas de madeira, com jenipapeiro na entrada, era um pequeno quarto, de madeira, todo pintado de branco, situado em uma parte abarrancada na Doca Souza Franco próximo da Boaventura, ao lado da Casa Pinheiro mercearia do seu Adriano (português), só tinha uma porta de duas folhas e uma janela corrediça, sendo as moradoras das outras casas, D. Rita que vendia tacacá, D. Conceição, D. Tomásia e em frente era casa do Dr. Acúrcio Cavalero de Macêdo .
MINHA CASA INTERNAMENTE
Ao entrar, à direita, via-se primeiramente um velho sofá de vime, depois, um baú grande, trabalhado em couro cru, enfeitado com tachas de cobre reluzentes, onde se liam as iniciais “ J L “ , pois fora de meu avô. Uma prateleira, ao fundo, era uma mistura de porta-espelho, guardador de pucarinas com talcos, buiões com vaselina, porta-perfumes e um altar onde estavam imagens de N. S. da Conceição, São José do Ribamar, Sto Antonio e mais um quadro de N.S. do Perpétuo Socorro. Do lado esquerdo, estavam minha cama de tela com um velho colchão de capim, uma mesa, um banco de madeira e aos fundos um fogão de barro enegrecido pela fumaça, cinzas e carvão.
Aquele vão era ao mesmo tempo: sala, sala de jantar, cozinha e dormitório.
Uma lamparina a querosene, colocada na parede, à noite, me iluminava, para estudos, sonhos e dormidas.
Sonhos, lutas e vitórias cap 002
Minha mãezinha, minha heroína!
Era o dia 31 de março de 1906 quando minha mãe nasceu no seringal Socêgo no rio Caianhã em Lábrea no Amazonas.
Meu avô era seringalista que fazia as extrações com pessoal que trabalhava para ele e se utilizava de terras devolutas daquela época.
Vivia de um lado para outro sempre em mudanças com a família.
Contava minha mãe que até índios das tribos "assurinis" e "apurinãs" sempre compareciam no barracão, quando ela e minhas tias ficavam enclausuradas porque eles andavam totalmente nus e só meu avô, minha avó com os trabalhadores é que ficavam com eles todo tempo e faziam trocas de mercadorias, peixe, farinha, sal, etc..., como era costume naquela época e região.
Os anos foram se passando com aquela vida, mas não faltava nada, inclusive muita coisa consumida era vinda da Europa que naquele tempo era modelo para o mundo; louças de porcelana, sedas, perfumes, tudo de origem francesa.
Meu avô achou de entrar na política e isto foi a sua desgraça, visto que um próprio afilhado, numa discussão deu-lhe as costas e foi embora, coisa não admitida pelos homens daquela época, quando meu avô o chamou e repreendeu asperamente, tendo ele ido embora para sua casa onde apanhou uma arma, voltou e disparou contra meu avô o matando.
A partir daí a vida foi modificando; minha avó, como era costume naquele tempo de só o homem resolver tudo, então ficou perdida à mercê dos parentes quando um seu cunhado agindo desonestamente tomou tudo o que tinha sido deixado pelo meu avô.
Minha tia Laura, a mais velha, foi logo para Manaus e depois toda a família foi atrás.
Cidade grande, Manaus naquela época do auge da borracha era um só "apogeu", tudo girava em torno das novidades da Europa, companhias de teatro, orquestras, luxos e luxos, era um mundo novo para aquelas que vieram da floresta. Novamente minha tia Laura deu um vôo mais para a frente e foi para Belém do Pará, também naquela época uma metrópole com ares europeus e posteriormente foi todo mundo atrás.Grande parte das belas e robustas construções existentes até hoje por Manaus, Belém, foram feitas pelos ingleses, tanto que eu ainda criança conheci a companhia de luz de Belém como Pará Electric , o cais como Port of Pará, por aí afora, com nossos bondes elétricos e tantas coisas que as vezes a gente, por sorte, tem a oportunidade de ver e rever no site www.oliberal.com.br.
Manaus, na época do auge da borracha, até as prostitutas vinham da Europa; eram franceses, polacas e por aí afora.
Vida de lutas; minha avó costurando, minha mãe e minhas tias trabalhando, passaram a sentir as dificuldades da vida, amenizadas por mais um pouco que Laura, a mais independente e resoluta, conseguia.
Minha mãe, mulher de luta, criou-me junto com meu irmão, batalhando tenazmente; com ela aprendemos o ABC, a tabuada, lições de vida, orientações que muito tem nos servido.
Era o dia 31 de março de 1906 quando minha mãe nasceu no seringal Socêgo no rio Caianhã em Lábrea no Amazonas.
Meu avô era seringalista que fazia as extrações com pessoal que trabalhava para ele e se utilizava de terras devolutas daquela época.
Vivia de um lado para outro sempre em mudanças com a família.
Contava minha mãe que até índios das tribos "assurinis" e "apurinãs" sempre compareciam no barracão, quando ela e minhas tias ficavam enclausuradas porque eles andavam totalmente nus e só meu avô, minha avó com os trabalhadores é que ficavam com eles todo tempo e faziam trocas de mercadorias, peixe, farinha, sal, etc..., como era costume naquela época e região.
Os anos foram se passando com aquela vida, mas não faltava nada, inclusive muita coisa consumida era vinda da Europa que naquele tempo era modelo para o mundo; louças de porcelana, sedas, perfumes, tudo de origem francesa.
Meu avô achou de entrar na política e isto foi a sua desgraça, visto que um próprio afilhado, numa discussão deu-lhe as costas e foi embora, coisa não admitida pelos homens daquela época, quando meu avô o chamou e repreendeu asperamente, tendo ele ido embora para sua casa onde apanhou uma arma, voltou e disparou contra meu avô o matando.
A partir daí a vida foi modificando; minha avó, como era costume naquele tempo de só o homem resolver tudo, então ficou perdida à mercê dos parentes quando um seu cunhado agindo desonestamente tomou tudo o que tinha sido deixado pelo meu avô.
Minha tia Laura, a mais velha, foi logo para Manaus e depois toda a família foi atrás.
Cidade grande, Manaus naquela época do auge da borracha era um só "apogeu", tudo girava em torno das novidades da Europa, companhias de teatro, orquestras, luxos e luxos, era um mundo novo para aquelas que vieram da floresta. Novamente minha tia Laura deu um vôo mais para a frente e foi para Belém do Pará, também naquela época uma metrópole com ares europeus e posteriormente foi todo mundo atrás.Grande parte das belas e robustas construções existentes até hoje por Manaus, Belém, foram feitas pelos ingleses, tanto que eu ainda criança conheci a companhia de luz de Belém como Pará Electric , o cais como Port of Pará, por aí afora, com nossos bondes elétricos e tantas coisas que as vezes a gente, por sorte, tem a oportunidade de ver e rever no site www.oliberal.com.br.
Manaus, na época do auge da borracha, até as prostitutas vinham da Europa; eram franceses, polacas e por aí afora.
Vida de lutas; minha avó costurando, minha mãe e minhas tias trabalhando, passaram a sentir as dificuldades da vida, amenizadas por mais um pouco que Laura, a mais independente e resoluta, conseguia.
Minha mãe, mulher de luta, criou-me junto com meu irmão, batalhando tenazmente; com ela aprendemos o ABC, a tabuada, lições de vida, orientações que muito tem nos servido.
Sonhos, lutas e vitórias cap 001
Biografia
SONHOS, LUTAS E VITÓRIAS
Francisco de Assis Ferreira
PREFÁCIO
Este livro retrata a minha vida, momentos, lugares que vivi, bem como traz sua parte humorística, já que sou uma pessoa bastante alegre e extrovertida
Sua finalidade principal é mostrar a vida como deve ser encarada de forma firme, com esperança de sempre alcançar a vitória, onde quer que seja, como estejamos e procurando trazer alegria a todos que nos rodeiam.
Agradeço de coração a todos os amigos que me inspiraram para tal empreendimento, tanto em diálogos pessoais, como nos e-mail trocados, quando abrimos nossos corações e mente, trazendo à tona, tantos momentos de felicidades de nossas vidas.
JOVEM, SÊ FORTE E CORAJOSO
O homem foi o primeiro "super computador" criado na terra por Yavé.
Tudo que é colocado num computador parte da "mente" do homem.
Você é capaz, tem um potencial incalculável, então procure explorá-lo.
Não olhes para aqueles que reluzem sem ser ouro, se julgam todo poderoso, vivem correndo pelos atalhos, não lutam pela causa comum aos demais, visam somente seus próprios interesses e os seus caminhos parecem fáceis, mas observe o que Yeshua falou:
Larga e espaçosa é a porta que conduz para a perdição e são muitos os que entram por ela.
A luta é grande, muitas são as dificuldades; isto é que vale a pena tentar, pois Yeshua falou:
Apertada e estreita é a porta que conduz para a salvação e são poucos os que entram por ela.
Tu te achas tão pequeno, todavia um provérbio chinês diz:
As mais altas torres começam bem lá de baixo.
Não desista, lute com toda a sua força.
Porque os covardes nunca tentam, só os destemidos conseguem as vitórias.
Se tu te julgas ser uma só andorinha, não penses assim, pois existem outras andorinhas; te junta a elas e faz tudo o que for possível fazer, porque tu e aqueles que almejam melhores dias, verão a nossa nação ser
ma+s
BRASIL
Sê forte e corajoso, não temas e nem desanimes.
Sou contigo por onde quer que andares, não te deixarei e nem te desampararei.
Diz Yavé, aquele que fala e cumpre a sua Palavra
SONHOS, LUTAS E VITÓRIAS
Francisco de Assis Ferreira
PREFÁCIO
Este livro retrata a minha vida, momentos, lugares que vivi, bem como traz sua parte humorística, já que sou uma pessoa bastante alegre e extrovertida
Sua finalidade principal é mostrar a vida como deve ser encarada de forma firme, com esperança de sempre alcançar a vitória, onde quer que seja, como estejamos e procurando trazer alegria a todos que nos rodeiam.
Agradeço de coração a todos os amigos que me inspiraram para tal empreendimento, tanto em diálogos pessoais, como nos e-mail trocados, quando abrimos nossos corações e mente, trazendo à tona, tantos momentos de felicidades de nossas vidas.
JOVEM, SÊ FORTE E CORAJOSO
O homem foi o primeiro "super computador" criado na terra por Yavé.
Tudo que é colocado num computador parte da "mente" do homem.
Você é capaz, tem um potencial incalculável, então procure explorá-lo.
Não olhes para aqueles que reluzem sem ser ouro, se julgam todo poderoso, vivem correndo pelos atalhos, não lutam pela causa comum aos demais, visam somente seus próprios interesses e os seus caminhos parecem fáceis, mas observe o que Yeshua falou:
Larga e espaçosa é a porta que conduz para a perdição e são muitos os que entram por ela.
A luta é grande, muitas são as dificuldades; isto é que vale a pena tentar, pois Yeshua falou:
Apertada e estreita é a porta que conduz para a salvação e são poucos os que entram por ela.
Tu te achas tão pequeno, todavia um provérbio chinês diz:
As mais altas torres começam bem lá de baixo.
Não desista, lute com toda a sua força.
Porque os covardes nunca tentam, só os destemidos conseguem as vitórias.
Se tu te julgas ser uma só andorinha, não penses assim, pois existem outras andorinhas; te junta a elas e faz tudo o que for possível fazer, porque tu e aqueles que almejam melhores dias, verão a nossa nação ser
ma+s
BRASIL
Sê forte e corajoso, não temas e nem desanimes.
Sou contigo por onde quer que andares, não te deixarei e nem te desampararei.
Diz Yavé, aquele que fala e cumpre a sua Palavra
segunda-feira, 10 de maio de 2010
ABAIXO-ASSINADO PEC 438 - CONTRA O TRABALHO ESCRAVO
RETRANSMISSÃO
Caríssimos,
Estamos na reta final de coleta das assinaturas no abaixo-assinado pela aprovação da PEC 438/2001, que prevê a expropriação de terras onde for constatada, comprovadamente, a existência de trabalho análogo ao de escravo. A previsão é de que a entrega oficial seja feita na última semana deste mês de maio (a data exata ainda está em discussão).
Nesse sentido, o Senador José Nery, como Presidente da Subcomissão Permanente de Combate ao Trabalho Escravo, no Senado Federal, da Frente Parlamentar Mista pela Erradicação do Trabalho Escravo e como representante da Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, APELA a todos os representantes das entidades governamentais, da sociedade civil organizada, das associações de trabalhadores, das centrais sindicais e demais apoiadores dessa importante causa, que divulguem em suas listas de email, em seus respectivos sites, em seus blogs, em seus informativos institucionais e onde mais for possível o endereço eletrônico para assinatura do abaixo-assinado:
www.trabalhoescravo.org.br/abaixo-assinado/ a fim de que possamos conseguir o máximo possível de assinaturas nas próximas duas semanas.
Àqueles que conseguirem, segue também o arquivo para impressão do abaixo-assinado, lembrando que este deverá ser enviado a nosso gabinete, nas próximas duas semanas, no endereço: Anexo II, Ala Teotônio Vilela, Gabinete 17 - Senado Federal - 70165-900 Brasília/DF.
É imprescindível fazermos um esforço concentrado de coleta de assinaturas nessas últimas semanas, a fim de que possamos tentar sensibilizar nossos parlamentares para a importância da aprovação dessa PEC, que é imprescindível para se banir, de uma vez por todas, a chaga social do trabalho escravo ou análogo ao escravo em nosso país.
http://www.trabalhoescravo.org.br/abaixo-assinado/
Atenciosamente,
Assessoria do Senador José Nery
Caríssimos,
Estamos na reta final de coleta das assinaturas no abaixo-assinado pela aprovação da PEC 438/2001, que prevê a expropriação de terras onde for constatada, comprovadamente, a existência de trabalho análogo ao de escravo. A previsão é de que a entrega oficial seja feita na última semana deste mês de maio (a data exata ainda está em discussão).
Nesse sentido, o Senador José Nery, como Presidente da Subcomissão Permanente de Combate ao Trabalho Escravo, no Senado Federal, da Frente Parlamentar Mista pela Erradicação do Trabalho Escravo e como representante da Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, APELA a todos os representantes das entidades governamentais, da sociedade civil organizada, das associações de trabalhadores, das centrais sindicais e demais apoiadores dessa importante causa, que divulguem em suas listas de email, em seus respectivos sites, em seus blogs, em seus informativos institucionais e onde mais for possível o endereço eletrônico para assinatura do abaixo-assinado:
www.trabalhoescravo.org.br/abaixo-assinado/ a fim de que possamos conseguir o máximo possível de assinaturas nas próximas duas semanas.
Àqueles que conseguirem, segue também o arquivo para impressão do abaixo-assinado, lembrando que este deverá ser enviado a nosso gabinete, nas próximas duas semanas, no endereço: Anexo II, Ala Teotônio Vilela, Gabinete 17 - Senado Federal - 70165-900 Brasília/DF.
É imprescindível fazermos um esforço concentrado de coleta de assinaturas nessas últimas semanas, a fim de que possamos tentar sensibilizar nossos parlamentares para a importância da aprovação dessa PEC, que é imprescindível para se banir, de uma vez por todas, a chaga social do trabalho escravo ou análogo ao escravo em nosso país.
http://www.trabalhoescravo.org.br/abaixo-assinado/
Atenciosamente,
Assessoria do Senador José Nery
Copa ou quintal, aí é competência...
EDITORIAL - Se bobear, Brasil perde a Copa de 2014. E está bobeando
Redação Guarulhosweb 05/05/2010 11:24
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse nesta segunda-feira que é "incrível" o atraso na construção e reforma dos estádios a serem utilizados para a Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil
A crítica mais pesada já feita pela entidade à organização dos jogos futebolísticos ocorreu exatamente no prazo final para o início das obras. E justamente pelo fato de que metade das cidades escolhidas para serem sede do mais importante torneio mundial não se mexeu ainda.
"Recebi um relatório a respeito da situação dos estádios do Brasil. Sou obrigado a dizer que ela não está muito boa", disse Valcke em Johannesburgo. "Há diversos estádios com a luz vermelha acesa já, o que é incrível. É incrível como o Brasil já está atrasado", afirmou. O secretário-geral da entidade, segundo homem na sua hierarquia, não listou todos os estádios a que estava se referindo, mas frisou que não falava apenas do Morumbi e do Maracanã.
Apesar das críticas ácidas, a Fifa ainda não trabalha com a possibilidade de a Copa precisar encontrar um outro país-sede para 2014. Ainda. "O que estamos dizendo é que há coisas que eles prometeram, disseram e assinaram, e precisam honrar esses compromissos", afirmou Valcke. "O Brasil precisa se mexer. Este ano há eleições, para tudo. Ano que vem tem Carnaval, para de novo. [...] O Brasil está mostrando que é muito difícil organizar uma Copa do Mundo, como foi na África do Sul", criticou.
O problema maior neste caso vai muito mais além. A Fifa, por enquanto, está olhando apenas para a questão dos estádios. Mas a organização de uma Copa do Mundo passa por uma série de obras de infraestrutura, que incluem novos sistemas de transportes, aeroportos, segurança pública, entre outros, que deixam muito a desejar. Não precisa ir longe. Guarulhos, que tem o mais importante aeroporto da América Latina, ainda está longe de contar com o terceiro terminal concluído. Não é de hoje que se noticia sobre a alta demanda do complexo, que já não dá conta do movimento atual, quanto mais com o gerado por uma Copa do Mundo.
Outras duas importantes obras diretamente relacionadas ao aeroporto local se referem à construção de três vias férreas fundamentais. Tratam-se do Expresso Aeroporto, Trem de Guarulhos e Trem de Alta Velocidade, entre Campinas, São Paulo, Guarulhos, São José dos Campos e Rio de Janeiro. Até o momento esses projetos ainda não tomaram o corpo necessário para que sejam viabilizados na prática a ponto de estarem concluídos antes de 2014.
Após as críticas da Fifa em relação aos estádios, o presidente do COL (Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014), Ricardo Teixeira, não se pronunciou. Como sempre, quando não lhe interessa ou não tem nada a dizer, prefere ficar no mais absoluto silêncio. Se permanecer com esse tipo de postura, o Brasil corre sim o sério risco de ficar sem sediar o torneio. E carregará ainda a marca da incompetência por parte de seus dirigentes. Se não houver maior seriedade por parte dos responsáveis, o sonho pode acabar muito antes do que se imagina. Não é momento para devaneios. A Copa de 2014 urge por realizações.
http://www.guarulhosweb.com.br/gwebnoticia.php?nrnoticia=32563
Redação Guarulhosweb 05/05/2010 11:24
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse nesta segunda-feira que é "incrível" o atraso na construção e reforma dos estádios a serem utilizados para a Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil
A crítica mais pesada já feita pela entidade à organização dos jogos futebolísticos ocorreu exatamente no prazo final para o início das obras. E justamente pelo fato de que metade das cidades escolhidas para serem sede do mais importante torneio mundial não se mexeu ainda.
"Recebi um relatório a respeito da situação dos estádios do Brasil. Sou obrigado a dizer que ela não está muito boa", disse Valcke em Johannesburgo. "Há diversos estádios com a luz vermelha acesa já, o que é incrível. É incrível como o Brasil já está atrasado", afirmou. O secretário-geral da entidade, segundo homem na sua hierarquia, não listou todos os estádios a que estava se referindo, mas frisou que não falava apenas do Morumbi e do Maracanã.
Apesar das críticas ácidas, a Fifa ainda não trabalha com a possibilidade de a Copa precisar encontrar um outro país-sede para 2014. Ainda. "O que estamos dizendo é que há coisas que eles prometeram, disseram e assinaram, e precisam honrar esses compromissos", afirmou Valcke. "O Brasil precisa se mexer. Este ano há eleições, para tudo. Ano que vem tem Carnaval, para de novo. [...] O Brasil está mostrando que é muito difícil organizar uma Copa do Mundo, como foi na África do Sul", criticou.
O problema maior neste caso vai muito mais além. A Fifa, por enquanto, está olhando apenas para a questão dos estádios. Mas a organização de uma Copa do Mundo passa por uma série de obras de infraestrutura, que incluem novos sistemas de transportes, aeroportos, segurança pública, entre outros, que deixam muito a desejar. Não precisa ir longe. Guarulhos, que tem o mais importante aeroporto da América Latina, ainda está longe de contar com o terceiro terminal concluído. Não é de hoje que se noticia sobre a alta demanda do complexo, que já não dá conta do movimento atual, quanto mais com o gerado por uma Copa do Mundo.
Outras duas importantes obras diretamente relacionadas ao aeroporto local se referem à construção de três vias férreas fundamentais. Tratam-se do Expresso Aeroporto, Trem de Guarulhos e Trem de Alta Velocidade, entre Campinas, São Paulo, Guarulhos, São José dos Campos e Rio de Janeiro. Até o momento esses projetos ainda não tomaram o corpo necessário para que sejam viabilizados na prática a ponto de estarem concluídos antes de 2014.
Após as críticas da Fifa em relação aos estádios, o presidente do COL (Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014), Ricardo Teixeira, não se pronunciou. Como sempre, quando não lhe interessa ou não tem nada a dizer, prefere ficar no mais absoluto silêncio. Se permanecer com esse tipo de postura, o Brasil corre sim o sério risco de ficar sem sediar o torneio. E carregará ainda a marca da incompetência por parte de seus dirigentes. Se não houver maior seriedade por parte dos responsáveis, o sonho pode acabar muito antes do que se imagina. Não é momento para devaneios. A Copa de 2014 urge por realizações.
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